NOVA LUTA: EM BUSCA DA QUALIDADE DO RU

O Superintendente dos Restaurantes Universitários da UFPB, Claudio Ruy Portela, se reúne com alunos no Campus IV para falar sobre o futuro do RU.

Cansados da péssima qualidade da alimentação, alunos convidam o Superintendente dos RU da UFPB para esclarecer motivos do declínio alimentar, atrasos do salário dos funcionários e possível quebra de contrato. Desde do mês de agosto muitos alunos têm reclamado da pobreza das refeições oferecidas pela empresa responsável pelo RU do Campus IV. Nessa segunda-feira(13) esteve presente o Superintendente do RU Claudio Ruy, a Diretora do CCAE Angeluce e a Nutricionista do CCAE Daniela Medeiros.

Segundo o Superintendente Ruy, a empresa procurou a reitoria para quebrar o contrato de forma amigável, alegando que o repasse que a UFPB faz não é o suficiente para suprir as despesas que a empresa estaria tendo. Sendo assim, foi atendido o pedido e a empresa permanece até quarta-feira(22) e a partir do dia 23, seria contratada uma nova empresa com contrato emergencial, opção mais fácil escolhida pela Reitoria.

Ainda não é certo que a partir de quinta-feira(23) o campus tenha uma nova prestadora de serviços do RU, mas Ruy garante “Se não tiver, os alunos beneficiários receberão em dinheiro os dias sem alimentação.” Com discurso positivo, Ruy se sente tranquilo sobre o Campus IV ter uma empresa no RU a partir do dia 23/11, em regime emergencial.

São apenas nove dias restantes e apesar de ser sempre positiva, não consigo visualizar isso se concretizado até o dia vinte três.” Comenta sobre a elaboração e contratação de uma suposta nova empresa a Diretora do CCAE, Angeluce.

Sem muita opção no momento, os alunos irão aguardar os próximos acontecimentos e já se mostraram dispostos a lutar pela boa qualidade na alimentação, estipulando um prazo de 10 dias para que as feitorias sejam aplicadas.

Sobre as supostas irregularidades da atual empresa em ter quebrado paredes de gesso e com suspeitas de deteriorar equipamentos, o Superintendente alertou que os alunos, ao vê tais atitudes, podem acionar a Polícia Federal.

Foram aplicadas à empresa várias multas pedindo adequação de contrato“. Conclui Ruy Portela.

A aluna de Antropologia Rafaela Sualdini passava os slides com os pontos discutidos
A aluna de Antropologia Rafaela Sualdini passava os slides com os pontos discutidos

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